Festa de Apresentação Goes Swimming 17 – Remédio Santo

Festa de Apresentação Goes Swimming 17

Festa de Apresentação Goes Swimming 17Summer starts now!

► FESTA APRESENTAÇÃO GOES SWIMMING’17
▴15h – 20h▴
Bar Remédio Santo – Oliveira de Azeméis

Com o aproximar da data de uma das principais festas de verão da cidade de Oliveira de Azeméis, o Goes Swimming, que tem cativado cada vez mais festivos, chega ao Remédio Santo para uma verdadeira tarde de festa e para dar a conhecer o cartaz oficial deste ano.

► Line Up ◀
Tiago Cruz ( www.facebook.com/tiagocruzdj )
▴ Pedro Leite
▴ Nuno Borges

– Entrada 3€ – Oferta de uma Somersby
– Dress Code | ‘Fresh troop’
– PhotoReport | Filipe Silva
– Lotação Limitada

► Links utéis ◀
www.fb.com/therealhouseboys
www.cm-oaz.pt
www.fb.com/remediosantobar

Batidas por Minuto – Ep. 18 – Soul Full of House

Batidas por Minuto – Ep. 18 – Soul Full of House

Novo episódio de Batidas por Minuto – Projeto mais SoulFul, mas sempre underground.

Interage com a imagem para ouvires.

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SEXTA-FEIRA, DIA 12 DE MAIO DE 2017 – DEEP UNDERGROUND SOUL POR DAVID GABRIEL

Deep Underground Soul 12-05-2017

 

Deep Underground Soul

É já esta sexta-feira, dia 12 de Maio, a 2ª Sexta-Feira do Mês, em que vou estar com o evento Deep Underground Soul no Saramago Caffé Bar em Estarreja. Entrada Livre – Aparece!

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Editora Home Made – de Aveiro para o Mundo

Editora Home Made – de Aveiro para o Mundo

Editora Home Made

Musica feita artesanalmente com foco total numa experiência sublime. Cremos numa abordagem musical onde independentemente da sonoridade ser mais deep ou mais física, deve ser sempre consistente esteticamente, provendo uma experiência refinada ao ouvinte. Juntamos também a essa receita o nosso foco em música “tocável” para dj’s pois é o nosso principal “target”.”

Dezembro de 2015 e a Editora Home Made dava os seus primeiros passos, não oficiais, vindo a editar o seu primeiro lançamento em Março de 2016 e consequentemente a ser lançada oficialmente.

André Castro e Fernando Fragoso fundaram a Editora Home Made, porém actualmente a mesma é sociedade de Fernando Fragoso, Roland Sousa, Carlos Lázaro e Miguel Oliveira.

O maior sucesso até à data da editora em termos de vendas é Andy Caz & Gui – Deeper e em relação a reproduções em Charts/Clubes é Fragoso – Equinox.

Sem espaço fisico, a Editora Home Made edita exclusivamente em digital. Alguns dos intervenientes da mesma lançarão um novo selo exclusivo para formato físico mas que será independente.

”A Editora  Home Made é um laboratório musical para os artistas envolvidos e o formato vinyl pelo seu enquadramento económico, custos, distribuição, risco, limitaria muito a expressão artística dos mesmos. Haverá uma nova editora para o formato físico mas será independente da Editora  Home Made embora tenha uma conexão interna à mesma.“

Podem encontrar as músicas editadas por eles em sites como o WhatPeoplePlay, Beatport e Junodownload.

  • O que faz um produtor se destacar? Muito talento?

Talento é um pré-requisito. Porém o mercado actual tem artistas muito talentosos. A nossa opinião é que o destacar depende tanto do talento como depende do produtor estar em sintonia com a procura, ou por outras palavras a tendência. Embora hajam excepções, como se o produtor for altamente inovador e com essa diferença conseguir criar destaque.

  • De onde surgiu a ideia da Home Made?

A ideia da Home Made veio do Andy Caz (André Castro) e assenta no conceito de promover música focada em criar momentos especiais, porém com uma visão de qualidade artesanal especialmente por considerarmos que a “cena” actual é demasiado industrializada e as sonoridades das massas são tão plásticas e polidas que retiram parte do sentimento “ao vivo” e orgânico que cria uma conexão física entre o ouvinte e a actuação/obra.

  • Qual foi a maior dificuldade?

Optimizar os nossos resultados, lançar conteúdo sólido e com uma promoção à altura mas com um esforço administrativo reduzido por via de medidas de gestão inteligentes, que passam pelo formato que usamos a cada release, EP V/A, que nos permite ter os artistas em constante rotação e faze-los sentir emocionalmente recompensados pelo seu trabalho, como na forma de promoção publica que envolve os artistas tanto quanto possível ou até à capacidade que damos aos mesmos de acompanhar todo e qualquer promo feedback em tempo real.

  • Qual é o maior desafio hoje?

Manter o formato, qualidade e periodicidade recorrendo apenas a material de origem nacional. Estamos focados em sonoridades House mais subtis, classy e actuais. A grande massa de produção nacional actual tem um foco maior no Techno e numa vertente de House mais plástica que já expirou. Também foi este o impulso que nos levou a abrir a Home Made, sentimos que começou a haver receptividade e espaço para promovermos a música que lançamos.

  • Quais são os próximos passos da Editora?

Abrir a submissão de material aos produtores em geral e alargar o nosso catalogo a artistas de outras nacionalidades para que possamos continuar e até melhorar o nosso conteúdo e cadência.

  • Um conselho para produtores que estão a começar.

Devem tentar entender os veteranos bem sucedidos.

  • Como vês a indústria e público portugueses?

Há várias industrias actualmente, mas naquela que consideramos estar inseridos, está a progredir de forma sólida e sustentável.

  • Como está a correr a experiência da Home made?

Muito bem. Estamos muito contentes com os resultados.

  • Ainda existe espaço para projectos como este no mercado português?

Aparentemente sim.

 

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