It’s Over – Tom Dalys & Charles Lazer

It’s Over – Tom Dalys & Charles Lazer – Duo Aveirense de Música Electrónica

You Plug Me Records

IT’S OVER é um single composto e produzido em colaboração entre TOM DALYS &
CHARLES LAZER. O tema descortina as emoções de uma rotura, podendo ser
transportado para várias formas de relação, seja ela de amizade, profissional ou amorosa.
Funky & punchy, com um enquadramento a suscitar um novo começo positivo e num
ambiente dance bem definido, o tema pretende celebrar a liberdade pelo movimento.

Tom Dalys & Charles Lazer

TOM DALYS


Músico e produtor que editou, em
outubro de 2017, o seu primeiro trabalho
de originais a solo, o EP – LET IT FLOW,
seguido em 2018 do single THE BEAT &
THE SOUL.
Tendo como instrumento base a guitarra,
as suas composições são ricas em
frases intensas de baixo com um
ambiente de grande influência
eletrónica. TOM DALYS confere grande
importância aos aspectos dinâmicos e
vivos das suas criações, interessando-se
por todos os sons de synth presentes no
funk, soul, blues, rock, jazz e dance.

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CHARLES LAZER


Charles Lazer, fazedor exímio de
barulho, manuseador inato de ruído.
Envolvido em inúmeros projetos de
diferentes estéticas musicais (Lazer
Mike, FAINA, Moonshiners, Vítor Hugo,
Antonio Bastos, Radio Shack), conflui
todas as influências que a estrada lhe
t r o u x e , s e m r ó t u l o s , o n d e o
experimentalismo e a improvisação
fazem parte da história que quer contar.

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Ficha Técnica
Composição e Arranjos Tom Dalys & Charles Lazer
Letra Tom Dalys
Produção, Gravação e Mistura Tom Dalys & Charles Lazer
Edição You Plug Me Records
Masterização You Plug Me Records – Antonio Bastos
Artes e Visuais Pedro Teixeira
Fotografia Ana Paula Lapas

Charles Lazer & Tom Dalys

“It’s Over” encontra-se no Top 10 Essential Soul / Funk / Disco do Traxsource!
Not even close to being over 😀

YOU PLUG ME records

It’s Over – Tom Dalys & Charles Lazer

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Francesco Tristano de novo em Portugal

Francesco Tristano de novo em Portugal Francesco Tristano

O Lux em Lisboa vai apresentar de novo o Luxemburguês Francesco Tristano a todos os que quiserem deliciarem-se com o tecno mais inovador do momento.

Mas desta vez não visita só a capital, vai estar também no Indústria Club na cidade do Porto.

No Porto estão também convidados Ramboiage e Vasco Valente, enquanto em Lisboa, Diana Oliveira e Inês Duarte

Se estão interessados não se esqueçam que é já nesta semana.

Os bilhetes podem ser adquiridos em Xceed.me.

Com uma formação clássica na Juilliard School de Nova Iorque, Francesco Tristano, vai-nos apresentar em formato Live a junção de Pianos e Sintetizadores dando um toque muito fresco entre o Clássico e a Eletrónica.

Desde 2004 que já editou 13 álbuns, entre eles com alguns dos mestres da cena tecno, roupagens brilhantes  de clássicos como Derrick May – Strings of Life e Jeff Mills – The Bells.

Ainda no ano passado, no Sónar em Barcelona tivemos a oportunidade de assistir a um espetáculo fabuloso deste com Carl Craig e a Versus Synthesizer Ensemble.

As datas são:

Lux – Lisboa – Quinta-Feira, 11 de Janeiro

e

Indústria Club – Sábado, 13 de Janeiro

Vêmo-nos por lá, quem sabe.

Para já fiquem com um dos vídeos mais com mais visualizações no Youtube deste produtor que de dia estudava música e clássica e à noite frequentava os clubes mais respeitados de Tecno e House da cidade que nunca dorme.

 

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Editora Home Made – de Aveiro para o Mundo

Editora Home Made – de Aveiro para o Mundo

Editora Home Made

Musica feita artesanalmente com foco total numa experiência sublime. Cremos numa abordagem musical onde independentemente da sonoridade ser mais deep ou mais física, deve ser sempre consistente esteticamente, provendo uma experiência refinada ao ouvinte. Juntamos também a essa receita o nosso foco em música “tocável” para dj’s pois é o nosso principal “target”.”

Dezembro de 2015 e a Editora Home Made dava os seus primeiros passos, não oficiais, vindo a editar o seu primeiro lançamento em Março de 2016 e consequentemente a ser lançada oficialmente.

André Castro e Fernando Fragoso fundaram a Editora Home Made, porém actualmente a mesma é sociedade de Fernando Fragoso, Roland Sousa, Carlos Lázaro e Miguel Oliveira.

O maior sucesso até à data da editora em termos de vendas é Andy Caz & Gui – Deeper e em relação a reproduções em Charts/Clubes é Fragoso – Equinox.

Sem espaço fisico, a Editora Home Made edita exclusivamente em digital. Alguns dos intervenientes da mesma lançarão um novo selo exclusivo para formato físico mas que será independente.

”A Editora  Home Made é um laboratório musical para os artistas envolvidos e o formato vinyl pelo seu enquadramento económico, custos, distribuição, risco, limitaria muito a expressão artística dos mesmos. Haverá uma nova editora para o formato físico mas será independente da Editora  Home Made embora tenha uma conexão interna à mesma.“

Podem encontrar as músicas editadas por eles em sites como o WhatPeoplePlay, Beatport e Junodownload.

  • O que faz um produtor se destacar? Muito talento?

Talento é um pré-requisito. Porém o mercado actual tem artistas muito talentosos. A nossa opinião é que o destacar depende tanto do talento como depende do produtor estar em sintonia com a procura, ou por outras palavras a tendência. Embora hajam excepções, como se o produtor for altamente inovador e com essa diferença conseguir criar destaque.

  • De onde surgiu a ideia da Home Made?

A ideia da Home Made veio do Andy Caz (André Castro) e assenta no conceito de promover música focada em criar momentos especiais, porém com uma visão de qualidade artesanal especialmente por considerarmos que a “cena” actual é demasiado industrializada e as sonoridades das massas são tão plásticas e polidas que retiram parte do sentimento “ao vivo” e orgânico que cria uma conexão física entre o ouvinte e a actuação/obra.

  • Qual foi a maior dificuldade?

Optimizar os nossos resultados, lançar conteúdo sólido e com uma promoção à altura mas com um esforço administrativo reduzido por via de medidas de gestão inteligentes, que passam pelo formato que usamos a cada release, EP V/A, que nos permite ter os artistas em constante rotação e faze-los sentir emocionalmente recompensados pelo seu trabalho, como na forma de promoção publica que envolve os artistas tanto quanto possível ou até à capacidade que damos aos mesmos de acompanhar todo e qualquer promo feedback em tempo real.

  • Qual é o maior desafio hoje?

Manter o formato, qualidade e periodicidade recorrendo apenas a material de origem nacional. Estamos focados em sonoridades House mais subtis, classy e actuais. A grande massa de produção nacional actual tem um foco maior no Techno e numa vertente de House mais plástica que já expirou. Também foi este o impulso que nos levou a abrir a Home Made, sentimos que começou a haver receptividade e espaço para promovermos a música que lançamos.

  • Quais são os próximos passos da Editora?

Abrir a submissão de material aos produtores em geral e alargar o nosso catalogo a artistas de outras nacionalidades para que possamos continuar e até melhorar o nosso conteúdo e cadência.

  • Um conselho para produtores que estão a começar.

Devem tentar entender os veteranos bem sucedidos.

  • Como vês a indústria e público portugueses?

Há várias industrias actualmente, mas naquela que consideramos estar inseridos, está a progredir de forma sólida e sustentável.

  • Como está a correr a experiência da Home made?

Muito bem. Estamos muito contentes com os resultados.

  • Ainda existe espaço para projectos como este no mercado português?

Aparentemente sim.

 

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Miguel Palhares – Novos temas

Miguel Palhares – Get Down EP e Let the Bass Kick

Hoje trago-vos um artigo sobre um dj e produtor amigo de São João da Madeira influenciado e motivado por seu amor pela música eletrónica desde cedo, Miguel Palhares começou a tocar com apenas 19 anos de idade, e não demorou muito para perceber que tinha encontrado uma verdadeira paixão.

Miguel Palhares ‘marca de música faz uso de vários estilos que vão desde Deep, Funky e Jackin’ House com um pouco de Old School.
Conhecido pela alta qualidade e versatilidade na seleção de música, suas apresentações ao vivo foram caracterizadas como sendo alegres, enérgicas, sempre recebendo seu público no clima certo.

Deixo-vos aqui dois dos últimos trabalhos do DJ, um saído pela Dustpan Recordings (Get Down EP, com três temas: Get Down, Lose Myself e How I See It) e o outro pela Disco Balls com o tema Let The Bass Kick, para os ouvir basta interagir comas imagens abaixo :

Get Down Ep - Miguel Palhares

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