Super Episode | Zi Bar Lounge

Super EpisodeEsta Quarta-Feira venho aqui vos sugerir o evento Super Episode no Zi Bar Lounge em Águeda para o próximo Sábado.

Vai contar com a participação dos já super conhecidos WhiteNoise da nossa Veneza de Portugal,

O Pedro e o Luís são a face mais visível do colectivo Faina já com actuações nas melhores casas do País e também com internacionalizações como é o caso de França e dos Estados Unidos.

Como cabeça de cartaz, Diana Oliveira pertencente à RDZ Music Agency, Lisboeta de Gema, mas a residir no Porto, onde é habitualíssima no Indústria e que tive a oportunidade de ouvir um excelente set no NeoPop deste ano no AntiStage em Viana do Castelo.

Falar também da presença de HM, natural de Coimbra, mas a residir em Aveiro, a abrir as hostalidades 🙂

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No Strings Attached – Bar Maravilhas – Sab 10/Nov

 

Strings AttachedO evento No Strings Attached da Strings no Bar Maravilhas em Aveiro convida este fim de semana Mari.te, ou seja Maria Teresa Otero.

Madrilena mas com assento também na cidade que nunca dorme (Nova Iorque) é a cabeça de cartaz do evento, com a atuação também de Sam e Zé Nuno, figuras conhecidíssimas da noite Aveirense ou não fossem eles os rostos mais visíveis do projeto Ballroom, que nos têm trazido tantas noites e matinées tão loucas à cidade.

Participação ainda de Aveiro para Pedro Menício cujos seus sets vão desde o Jazz ao Techno Detroit , passando pelo Funk, Hip-hop, Disco, Dub, Broken-Beat e Drum and Bass.

Despertei-vos a vossa curiosidade?

por António Costa Oliveira

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35v50 Tour by Dj Vibe – Estação da Luz – Aveiro

 

Tinha que fazer parte desta tournée em que Dj Vibe aka Tó Pereira revisita em cada noite 35 anos de carreira.

Tinha, pois eu fui um dos muitos “Ravers” que acompanharam o dj e produtor nas muitas festas.

Que se realizaram um pouco por todo o país em que o Lisboeta foi figura principal.

Os mais novos com certeza não ouviram falar da “Week In Paradise Called Portugal“.

Designação dada pela conceituada revista Inglesa de Música de Dança “Musik” nos anos 90.

Foi sem dúvida uma época muito prolífera a nível de eventos que apresentaram ao nosso país alguns dos melhores nomes internacionais e nacionais.

Estou-me a lembrar de Derick May, Tony Humphries e Danny Tenaglia, o qual tivemos a oportunidade de rever o ano passado no Neo Pop em Viana do Castelo.

Jeff Mills, Plastikman, Carl Cox, Roger Sanchez, Laurent Garnier, Deep Dish, Masters At Work são outros nomes da cena internacional que marcavam presença assídua em Portugal.

Nacionais, Vibe, Tó Ricciardi, Rui Vargas, Luís Leite, DJ Jiggy, Mário Roque e XL Garcia foram dos nomes mais sonantes a fazer parte do movimento.

Eu também nasci nesta altura para música de dança, influenciado por máxis como o So Get Up dos Underground Sound of Lisbon (dupla constituída por Dj Vibe e Rui Silva, outra presença habitual).

Eramos nessa altura os maluquinhos da noite, percorríamos o país de lés a lés para assistirmos aos nossos dj’s preferidos.

Lembro-me por exemplo de duas histórias dessa época, uma em que começava-se a falar nas grandes festas em Castelos e eu e um amigo saímos de Estarreja para irmos ver aquilo que prometia ser um grande festão.

E foi, não me recordo se foi a primeira Tecnolândia ou outra festa anterior a essa, nem sequer me lembro dos nomes dos Dj’s (O vibe esse estava lá claramente).

O lugar, esse é mítico – Castelo de Montemor o Velho.

E a segunda história, foi uma viagem que fiz para o Algarve para umas férias em Albufeira e no final da semana fazer a viagem direta para o Castelo de Santa Maria da Feira, para ver nomes como o falecido Jaydee, Danny Tenaglia, Ruizinho, Luís Leite, o próprio Tó e com certeza outros que não me recordo do nome.

É que já lá vão uns anos em cima e muitas noites perdidas ;)…

Falar das Festas e não falar do saudoso António Cunha é como ir a Roma e não ver o Papa, empresário visionário da noite, é ele considerado o mentor de todas estas primeiras Raves.

Bom, mas vamos ao que nós realmente trouxe até aqui, embora sabendo que não podemos desassociar o nome de Vibe à década de 90.

A Estação da Luz foi também um dos clubs que aderiu a este movimento emergente que teve as suas raízes em cidades como Chicago, Detroit e Nova York.

Referenciado por muitos experts da matéria como tendo nascido na primeira cidade norte americana indicada anteriormente.

A Estação da Luz está como foi deixada quando encerrou as portas, continua acolhedora, embora a precisar de obras, principalmente de maquiagem.

O parque de estacionamento, esse então precisa bem de uns “cortes de cabelo”, tal é a altura da vegetação acumulada.

A pista de dança está ladeada por uma série de sofás e dois bares de serviço.

Na parte de cima encontra-se um Bar com vista privilegiada para a pista de dança aonde segundo um segurança se pode beber gin.

É um espaço mais calmo onde o som é abafado dado o vidro que separa a sala do clube,  sem dúvida um local mais reservado que se poderia tornar num espaço VIP.

Quando chegámos Zé Nuno da Ballroom Crew já estava aos comandos da cabine, enquanto na pista um grupo de party people feminino dava os primeiros pés de dança com um House bastante envolvente.

Deixou a pista muito bem composta com sons bem bumping e industriais para um Vibe fazer uma retrospectiva dos seus 35 anos de carreira e 50 de idade.

Por detrás da cabine mantém-se a sala de fumadores com lugares sentados e um Bar, que nesta noite só dava entrada a quem tivesse pulseira vermelha.

A cabine continha o essencial, dois cdj Pioneer, dois pratos technics e é claro uma mesa de mistura que por sinal para a festa era nada menos do que a Model One de Richie Hawtkin.

Tivemos a oportunidade de a experimentar aquando da edição de 2017 do Festival Sónar em Barcelona.

Sem querer ser muito técnico e mais para os entendidos esta mesa não tem a habitual configuração de equalização por canal.

É tudo controlado com cortes de frequência, uma forma diferente de misturar, que como nos disse o Zé Nuno estranha-se no início mas vai-se habituando com a sua utilização.

Como acessórios, o sampler descontinuado C Loops da Red Sound, já não víamos um a ser usado desde os anos 90, a mais recente coqueluche da Pioneer, o sampler DJS-1000 e um pedal para efeitos.

Ficámos curiosos como os dj’s entravam e saiam da cabine, ficámos a deduzir que para tal os monitores de munição teriam de ser deslocados, mas mais tarde entendemos que existe uma passagem por detrás da cabine em que com um pouco de jeito o DJ entra e sai sem qualquer problema.

Na parede lateral à direita de quem entra são projetadas imagens mesmo por cima de um dos bares, enquanto no lado oposto três quadros rectangulares servem de tela para outras projecções.

Vibe entrou por volta das três horas da madrugada e deixou a cabine passava pouco das seis horas da manhã.

Durante cerca de três horas, Vibe tocou temas novos, mas também alguns clássicos como The Bucktheads – The Bomb.

Quem me dera estar na mente do Dj para entender as dezenas, senão centenas de decisões de que disco tocar, que sample lançar.

Muitas horas de cabine permitem a Tó Pereira corrigir pequenas imperfeições que só os mais atentos conseguem detectar nas misturas.

Terminou com uma meia hora a rasgar, uma vez que durante quase toda a atuação tocou bastante soft para um público constituído por muito party people feminino.

Só achámos que ficou por tocar o ícone dos Underground Sound of Lisbon – So Get Up e isso mesmo referimos ao Dj, o qual nos disse quea noite passou tão depressa que não deu tempo para o tocar.

Miss Sheila – Carnaval no Feminino – Bar Progresso – Ovar

Miss Sheila – Carnaval no Feminino – Bar Progresso – Ovar

Carnaval Progresso 2018Rumámos a Ovar por volta das 24 horas.

Sabíamos que ia ser difícil encontrar estacionamento nesta noite.

E assim foi. Depois de andarmos meia hora às voltas pela cidade, lá encontrámos um lugar.

Considerado por muitos o melhor Carnaval do País, a noite fervia na rua com os muitos foliões, fantasiados ou não.

Noite de excessos por excelência, estávamos curiosos por ver como corria uma festa de Underground.

Dj ProgressoE correu bem. Numa sala no andar superior do Café Progresso, que começou na ordem dos 126 bpm.

Rapidamente pela uma hora da madrugada e até às três, Fragoso desceu o passo para as 123 bpm.

Fragoso Carnaval de Ovar 2018O que permitiu à música ganhar outro corpo e ter-se assim melhor noção dos vários sons das faixas que iam sendo tocadas.

Tocou para uma casa a querer encher e terminou com ela muito bem composta.

Whitenoise Carnaval Progresso 2018Para os Whitenoise tocarem para um party people vibrante com temas como Infinity de Matthias Meyer e Los Pastores – Blue Fish.

Temas rotulados de Tecno-House, tendo sido assim respondido a uma das nossas perguntas, o que iriam tocar, quando anunciámos aqui a festa.

A outra questão foi respondida pela Dj Miss Sheila, quando passou pelos comandos da cabine por volta das 5 horas, vindo diretamente da Estação da Luz.

Tocou tecno, com os 4 decks do Traktor a funcionarem repetidamente durante a sua atuação.

Parabéns à organização por um Carnaval diferente.

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Low Level Crooks – Bar Maravilhas – Aveiro -Segunda Feira de Carnaval

Low Level Crooks – Bar Maravilhas – Aveiro -Segunda Feira de Carnaval

Low Level Crooks Strins Clubbing Sessions

De café e salão de jogos, o Maravilhas em Aveiro, passou a Bar.

Com licença até às 6 horas da manhã, mantendo, no entanto, o salão de jogos (Máquinas e Bilhares) aberto ao Público

Normalmente  com uma programação mais comercial.

Isto até a Strings de Bernardo Braga aka Bikas ter começado a organizar eventos de música electrónica.

É o caso das Clubbing sessions.

Fica desde já prometido uma entrevista com Bikas para ficarmos a saber mais sobre esta Editora/Promotora e Agência.

A noite começou com o Estarrejense Rui Teixieira.Dj Rui Teixeira

Que já teve a oportunidade de fazer parte de eventos nos quais também estiveram presentes grandes nomes reconhecidos a nível nacional e internacional.

Ccomo Serginho, Jepe, Johnwaynes, Rui Vargas, DjVibe, Xinobi, Fauvrelle, WhiteNoise, Miguel Rendeiro, Nuno Di Rosso, entre outros.

Ttendo feito parte integrante do Café da Praia (Torreira) e Saramago Caffé Bar (Estarreja).

Atualmente encabeça as festas Ruin Pub.

A debitar um underground house bastante dançável.

Com temas como Joshua Iz – Bubble Children.

E também uma white label de um tema de Sade.

Low Level CrooksSeguiram-se os Low Level Crooks.

Ou seja, Bikas e Serginho , passava  pouco das 2 da manhã.

Aveiro viu e ouviu a reunião desta dupla de dj’s que animou principalmente as pista de dança  na década de 2000.

Nomes como Rocks, Industria, Trintaeum e também Lottus mas já numa fase em que deixaram o nome Low Level Crooks cair, embora tocassem juntos.

Sérgio Porfírio, mais conhecido por Serginho, começou aos 16 anos, com uma residência no Café na Praça, no Porto.

O Bikas inicia a sua Low Level Crooks - Serginhocarreira em 2001. No ano seguinte junta-se à produtora Upgrade e lança-se nas after-hours no Café do Mar.

Com um bom sistema de som, o Maravilhas é um espaço agradável para passar as noites de Aveiro ao som de Underground House Music.

Estamos curiosos sobre as próximas festas da Strings, saber quais os nomes que nos vão trazer, num espaço que Aveiro já precisava há algum tempo.